Fernando Paixão dá a receita de como escrever bem – de fato – Estadão

Nome do notebook, o cultural, na verdade, é um advérbio que indica a adição de ideias ou de outras formas, a rectificação ou a perfeição das frases. Assim, este abre espaço para reflexões sobre grandes escritores, como Machado de Assis e Graciliano Ramos. Donos de estilos natural, precisamente estes dois autores se dedicaram à criação ficcional representativos em termos sociais e psicológicos, em breve, para ser universal, com excelente atendimento tanto a forma e a escrita, e também exercido o cargo de comentadores na imprensa.

Narra o escritor Medeiros e Albuquerque, com uma certa graça, que, quando ele fundou o primeiro Jornal Brasileiro, Machado de Assis foi “o terror dos revisores”. Dezessete anos foi, segundo disse, a média de revisões dos seus exames. E mais: ou a última corrida diferia completamente do primeiro, ou foi inteiramente o mesmo. Ou: na verdade, a busca pelo melhor caminho, é por sua prática diária, mesmo se, às vezes, voltar a escrever primeiro. Conclui Medeiros e Albuquerque: “Foi este trabalho paciente de estilo que tem feito a Machado um grande escritor. Seu estilo é inconfundível. Puro, correto, é claro, tudo o que ele revela impecável bom gosto”.

Alterar, etimologicamente tomar o mendum, “falha”, era o verbo conjugado, muitas vezes, por Graciliano Ramos, cujo trabalho como escritor tinha por horizonte uma correta formal e social, uma sociedade que não silenciasse desigualdades gritantes, que não tinha mendigos, palavra de mesma origem da alteração. A atenção para o “fator econômico” e o compromisso pela clareza da escrita adicionar a consciência de que, o que é um “sapateiro da literatura”, sei que as idéias, observações, sentimentos, a capacidade de cosê-los e o conhecimento da gramática e das palavras, a associação com o dicionário eles são, como o couro, a cola, o ilhós, a sovela – a matéria e as ferramentas necessárias para o seu ofício. Como o avô do menino foi entregar-se à composição de urupemas, a tarefa de um escritor Graciliano é “obstinação concentrado”, o olho que “sparkles e se desvanece” para se embrenhar no arranjo “ninharias”. Ampla riscos de sinais ao longo das páginas dessa forma pedregosamente fértil escolhas de palavras e construções, como o leitor pode ver nos manuscritos presentes no Arquivo Graciliano Ramos, do Instituto de Estudos Brasileiros da USP.

Professor de literatura do IEB, editor, por muitos anos, o poeta e ensaísta, Fernando Paixão, lançado este ano pela Ateliê Editorial, o Manual de Estilo do comentário, que oferece aos leitores com 25 recomendações sobre a arte de escrever, desconfiando, por exemplo: a longa frase, o adjetivo, o louvor, a repetição de palavras, de reticências, da abstração, da primeira versão. Se a palavra manual refere-se a um guia objetivo para ter à mão, e o estilo era originalmente o ponteiro usado pelos antigos gregos e romanos para escrever sobre tábuas, logo vem a sua dimensão subjetiva, e o título do livro ergue-se o traço de dúvida, a constante escolha que permeia o exercício da escrita. Como enfatizado por Luis Fernando Veríssimo, na quarta capa, “não há nada como isso, que eu saiba, é assim”: esta é uma obra original, útil tanto para candidatos como praticantes da escrita, na medida em que apresenta, no máximo, de forma poética e bem-humorada, hábitos para evitar e bons exemplos.

Esta máxima do “Cuidado da vírgula” é uma boa ilustração de como Fernando Paixão sabe o potencial de poesia para expor simplesmente conceitos: “Cada vírgula implica dobrar uma esquina, mas continuar no mesmo caminho”. Como você sabe, a vírgula é uma varinha: tem o poder de indicar uma pequena pausa, espaço para incluir uma circunstância, a descrição, a enumeração, a explicação, o vocativo em uma frase, mas não implica um corte. Enquanto os manuais de redação avisar que ele não use vírgula entre sujeito e predicado, entre o verbo e seus complementos, Paixão, oferece a mesma ensino por meio da imagem do canto, caso em que o caminhante se dobrar sem, no entanto, não consegue completar o seu percurso.

De trabalho de mídia social para a invenção de telefones inteligentes, temos visto tecnologia de mudar radicalmente em nossas vidas ao longo dos últimos 10 anos. As empresas de tecnologia não param por aí enfrentados pela inovação no futuro. Quais as novas ferramentas que vai revolucionar as nossas vidas em cinco anos, a partir de agora? As possibilidades são infinitas, mas aqui estão algumas técnicas que podem deixar a sua marca.

Internet Via Satélite

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Portas

A humanidade está começando a ver de acesso à Internet em menos de um patrimônio, não de um direito fundamental. Seguindo esta linha de pensamento, Elon musk, fundador da SpaceX e da Tesla Motors, está planejando lançar em todo o mundo, de alta velocidade, Serviço de Internet sem fios até 2020. Musk ideia de envio de 4.000 satélites em órbita da Terra. Estes satélites irá enviar um sinal sem fio para cada parte do planeta. Richard Branson, o bilionário fundador do grupo Virgin, assim como o apoio OneWeb, uma empresa que pretende fazer um processo semelhante antes de 2020. Cue as teorias de conspiração.

5G de redes celulares

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Empresas de telefonia móvel estão constantemente a realização de pesquisa em um serviço mais rápido que vai fazer a atual 4G geração de redes olhar como modems dial-up, por comparação. Tanto a Verizon e a AT&T tem planos para testar a versão de avaliação de 5G de redes em 2016. A AT&T afirma que a 5G de serviço será de 10 a 100 vezes mais rápido do que o LTE/tecnologia 4G. Estes 5G de redes de levar a Internet para mais pessoas em todo o mundo. Esperar para ser em larga escala de redes 5G até 2020. Basta imaginar todas as fotos do gato em uma hora você pode baixar o 5G de rede…

“O clichê é uma goma utilizada”: nada como uma frase concisa espelhamento no som e no sentido a identidade do clichê com um resíduo mastigada, pegajoso, e você perdeu o sabor. O manual de Fernando propõe e desenvolve a poesia, a busca de novas formas de lugares-comuns, juntamente com as práticas do olhar auto-crítico e reescrito.

Para completar a frase de Buffon, “O estilo é o homem (…), desde que tenha caráter” – e para destacar “o equilíbrio entre o curso da frase, e o de destino das palavras” Paixão”, destaca a combinação de estética e de ética que garante a resistência de artistas como Graciliano. Na verdade, muitos advérbios em mente são a repreensão, se a razão é falsa: “Quem” mente “também cai em descrédito”. Assim, em tom de brincadeira, a poesia e o conhecimento sintático e vocabulário pode indicar um caminho ético. Vamos confiar?

* Ieda Lebenstayn é o autor de “Graciliano Ramos e o novo: O Astrônomo do Inferno e os Meninos Impossível’

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