Os tridentes de uma nova economia podem surgir em martinelli

bem vindos ao edifício martinelli, o primeiro prédio da cidade de são paulo foi inaugurado em 1929 e já na época chamava, a atenção pela altura, são 30 andares, o tempo passou eo prédio continua Famoso só que agora, por outro motivo, a senhora tudo bom seja ouviu falar de uma história de assombração aí martinelli agora, misteriosa ela de misteriosa cheguei, a diluir essa.
Tá bom demais em outra além de você gostaria que não tivesse acho que está morta tem medo acho que ele tem ela costuma, aparecer da pasta, os corredores de ponte da elite, a curtir isso, o edifício martinelli já briguei prostitutas tráfico de drogas e foi final de Assassinados jamais solucionados a história começa com, o imigrante italiano, giuseppe martinelli, em, pouco tempo no brasil, sim dividou e precisou vender, o edifício que passou ao domínio público com, tantas histórias, o prédio martinelli ganhou fama de mal, assombrado, o jogador assim, vai, conversar com, uma, das, pessoas Que mais conhece as histórias sombrias do edifício martinelli ela trabalha aqui ó o elevador de número 9 dos 14 que servem o edifício martinelli não é quem é que o mar trabalha há 28 anos como ascensorista e nos leva dentro do seu local de trabalho até, o Último andar pra contar as histórias que conhece e confirma ter visto por aqui chegamos então, o 26º andar já tudo escuro apagada só de emergência fema é mais fácil mexer se essa mesmo procedimento é que chegou um determinado horário que foi a tábua as luzes né aqui Fica um terraço é o último andar onde podemos chegar do 27º ao 30º está desativado, o espaço é grande é grande a noite, a noite esclareceu que não tem luz nem eu só estava ontem que isso já é motivo para causar uma, certa, angústia, em, um, ambiente, Tão famoso por histórias sobre isso na moça se jogou aqui de cima nesse cuba que se entendeu nessa suicida se jogou na piscina que dissemina caiu nesse pedaço da gente eu ia fechar a porta as portas ele sabe fechar sozinhas mas, a história mais famosa é a Da loura misteriosa há muitos muitos anos o que aconteceu aqui no fosso e disse que ela vem visitar, o prédio aí ela aparece toda de branco de cabelos concluídos, a fama de guiomar se mistura com; a do fred, ela é, confundida com, a loura das, histórias mal, Assombradas do martinelli e falou em levantar um sonho sim que tudo acaba desembocando com as recordações do conde, que viveu aqui por tanto tempo outra, figura conhece muito bem as histórias dele e cada cantinho desse prédio e olha, como ele se apresenta assim de forma sombria caminhando Lentamente na escuridão ele é de som relações públicas do prédio pra deixar nossa visita ainda mais tensa me leva um local que ninguém costuma ir à escada de emergência começamos a descer e de repente, a porta ao bater sozinho é um ex porta fogo vem com, o Negócio não vou sozinha não vê que tem de ser mais um website, o 23º houve também olha só eu já não sei pra onde eu quero ir vai pelo menos, barulho agora, a assombração ou será que alguém deixou a porta escapar, a visita ao edifício martinelli vai Ficando mais assustadora é dos homens leva para conhecer, o subsolo do prédio onde, o conde, martinelli escondia, os imigrantes italianos na época da guerra esconderijo no meio da conversa ou vaga eu não sei porque eu não ouvi barulho assim, o vila agora, barulho ou não foi só.

Eu tinha uma pontuação, até mesmo a música na América portuguesa anterior ao século 18. “A explicação para tal discrepância,” explica o movimento perpétuo, “talvez possa ser encontrada no famoso estudo comparativo entre a vida intelectual na América espanhola e do Brasil, feita por Sérgio Buarque de Holanda. De um lado, as universidades, em Lima, México e São Domingos; e, de outro, os colonos brasileiros, teve de viajar para Coimbra, em busca de estudos superiores.”

Eu finalidade um exemplo de música colonial porque este é um daqueles raros livros que dedicam espaço digno para esse período, tão pouco estudado em nossa história musical. Movimento perpétuo não ceder à tentação de agigantar os capítulos relacionados com a Carlos Gomes e Villa-Lobos, em relação aos demais. E, acima de tudo, dá voz ao período depois de Villa-Lobos.

O maior mérito do livro está na sua noventa páginas de final. O capítulo Revolução e Contrarrevolução torção e faz com que o leitor deseja ouvir a obras de compositores do Grupo Música viva, músicos, tais como Guerra-Peixe, Eunike Katunda e Claudio Santoro, que viu nos cursos do recém-chegado ao Brasil, de Hans-Joachim Koellreutter (1915-2005), é uma espécie de “abertura dos portos” musical. O ano era 1940. Abertura tão importante como o primeiro, promovido em 1808 por Dom João VI.

O capítulo A Era dos Festivais cobre o período da Bienal de Música e o Festival de Música Nova de Santos. Mas o movimento perpétuo não é Marlos Nobre, Edino Krieger, Gilberto Mendes e Willy Corrêa de Oliveira. Passar por Almeida Prado, Jorge Antunes, Rogério Duprat, Rodolfo Coelho de Souza, Ronaldo Miranda, Silvio Ferraz e Flo Menezes. Mas, fundamentalmente, vem para as novas gerações de designers em sintonia com o século 21. Os compositores de hoje entre 30 e 40 anos, consolidado e produzindo muito. Nomes como Tatiana Catanzaro, Leonardo Martinelli, Maurício de Bonis, Marcílio Onofre, Alexandre Lunsqui, Felipe Lara, Rodrigo Lima.

Eles fazem com que a música do nosso tempo. Duas obras composta e estreada em 2014 dar uma medida da relevância deste tipo de música: o ciclo de Canções do Mendigo que Sabia de Cor os adágios de erasmo de Rotterdam, Leonardo Martinelli e libreto de João Luiz Sampaio, a partir do romance de Evandro Affonso Ferreira; e o oratório digital Geladeira, por dois cantores, o grupo instrumental e de sons eletrônicos, em que o compositor Paulo Chagas resume sua experiência pessoal de tortura ocorreu em 1971, aos 17 anos de idade, durante a ditadura militar no Brasil.

*João Marcos Coelho é jornalista, crítico musical e autor do livro “Pensar sobre a Música no Século xxi’ (Perspectiva)

Eu quero vencer na vida de todo mundo, viu também prédios, do ano um prédio que é pra mil anos ele tem todo tipo de história principalmente de ações você estaria sozinha não estaria nem aqui e mais uma vez mais sozinho e foi esse barulho que o governo Agora porque alguma coisa de esgoto porque aqui à noite eu entrei entram hoje em greve se que ela dói em nós chega decidimos sair do subsolo quando sou surpreendida de novo só que dessa vez pela produtora de nossa equipe que veio me dar outro susto em susto, O companheiro também tá escuro aqui comendo sozinha não quero, ter tempo para vocês da rua eram compras e se, olha só, o bombeiro segurança cumpre citar, a gente não tem pressa em ouvir, o barulho da porta de um mistério ninguém passa, por, aqui, nessa, luta com, tanto, Medo que ele chamou de ligar me chamou de segurança, dura medo de lado, a edgar falha grave ai ai bom, mas com, tanta fama e tantas histórias é ficção pegadinha ou assombração é melhor não duvidar goiabada manchester.